Sonhos, são irrealizáveis
Roupas pretas pelos varais
Que pegam fogo com este sol atormentador
Corro em frente
Os dias passam tão devagar
E acaba agora...
A morte se aproxima
Com venenos de ratos
Mas, é assim
Se vens de lá
Com as mesmas poeiras do sapato
é por aqui, que se encontras as câmeras escondidas
e as doenças incuráveis
Antipatia, Ódio e Nostalgia
E não me digas
E não se esqueças
Guarde bem o meu coração
Pois, os meus fígados estão atormentados
Por esta água suja
E meus pumões
Atormentados, por esta fumaça suja
A usura
Tomou conta do retrato
Do castelo com mais de mil anos
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