terça-feira, 10 de fevereiro de 2015


Retomo todos os momentos em que achei estar feliz, como também as situações que Deus manifestou-se e não pude ser capaz de percebê-lo. De tão ingrato, pouco agradeci por sua mão em minha vida.
Nenhum valor anterior me faz tão bem como o de finalmente escolher estar em Cristo. Os meus olhos jorram lágrimas quando percebo o seu sopro e acolhida, suas movimentações representam um novo tempo em minha vida. Para deixar de viver segundo a mim, sou capaz de me desprender de todos os valores que tive no passado, pois o eu fez-se insuficiente.
Antes de perceber o Senhor em concretude, me entreguei a uma diversidade de experiências incabíveis ao hoje. Admito que algumas marcas dos ontens, ainda estão impressas na minha psiqué, quero que Deus me dê o dom definitivo de esquecer e perdoar. Esquecer para acolher e perdoar para ser acolhido. Quais são as estruturas que devo derrubar para essa nova construção?

Senhor, na viagem para vê-lo face a face, quais são as vestimentas que devo levar em minha bagagem? Devo retomar à minha infância, na qual a minha vontade pelo seu rosto era irrespondível, ou a dureza da percussão temporal é essencial para chegar até aí?